quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Moradores da comunidade Dandara fazem manifestação em BH


Protesto contra despejo reúne cerca de 500 pessoas, segundo a PM.
Advogado diz que comunidade tem cerca de mil famílias.
Moradores da comunidade Dandara, localizada no bairro Céu Azul, na Região da Pampulha, realizam manifestação nesta quinta-feira (20) em Belo Horizonte. Segundo o Batalhão de Eventos da Polícia Militar, o protesto contra uma liminar de despejo chegou a reunir 500 pessoas. Eles saíram da comunidade em direção à 6ª Vara da Fazenda Pública Estadual, onde uma audiência vai ser realizada.

De acordo com informações da Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), às 10h30, os manifestantes estavam na Avenida Antônio Carlos, na altura do bairro Cachoeirinha, Região Nordeste de Belo Horizonte. Antes, eles entraram no campus da Universidade Federal de Minas Gerais(UFMG), onde fizeram pausa para lanchar.

O integrante da comunidade e advogado Joviano Mayer informou que a audiência judicial é consequência de uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública contra a os governos estadual e municipal. Segundo Mayer, a comunidade tem atualmente cerca de mil famílias e foi formada em 2009 com a ocupação de terreno abandonado há mais de 30 anos.

Retirado daqui!

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PRONTO, FALEI: Essa comunidade Dandara é uma farsa, se não completa, em sua boa parte. Digo isso porque a maioria dos moradores do bairro estão indignados com o que os ditos "ocupantes" estão fazendo. O local que é próximo de uma escola pública do bairro trouxe terror aos moradores locais por causa das mortes que vira e mexe acontecem no local e no aumento de assalto, roubos que vem acontecendo no bairro por conta de meliantes que se escondem atrás da causa e literalmente se escondem por lá. Isso sem contar que a maior parte dos ocupantes do local são pessoas que já tem moradia própria em outros locais, inclusive aqui no próprio bairro e de olho grande no que julgam futura oportunidade de negócio trataram logo de ocupar de alguma forma o local (colocando lá parentes, "inquilinos") chegando alguns inclusive ao cúmulo de venderem suas casas só para arriscarem uma oportunidade de conseguir um pedaço de terra de boa localização que pode lhes garantir futuramente um ótimo investimento. E o motivo da minha indignação, não pára por aí, porque esse lance de nego ocupar o local de olho no lucro que isso pode dar é algo que falo de causa e conhecimento, pois carrego uma vergonha alheira sem tamanho, de saber que um parente meu fez isso, pelo menos é o que dizem as linguas soberbas da família que não sabendo direito do que rolava soltou na família que a filha vendeu a casa que tinha num bairro próximo ao meu, porém mais simples, um casão, com piscina e tudo, para comprar no que ela definiu como condomínio particular (véi, juro que não aguentei, quase me urinei de rir quando fiquei sabendo desse estaparfúdio, e quem falou, falou de boca cheia, se achando...mal sabia que estava assim como todos da familia sendo enganados por alguém que quis ter o olho maior que a barriga), foi assim que ela vendeu o ato pra família, como se estivesse saindo de um lugar para outro melhor...só esqueceu de mencionar que na verdade estava vendendo o que tinha para invadir algo que não é seu na intenção de explorar quem como eles invadiram lá, pois a intenção do parente foi usar o dinheiro para construir casa e comercio no local, e foi o que fez.
Com isso, eu que só observo e me questiono os motivos de ter nascido numa família tão absurda, só posso continuar dizendo: depois eu que sou a ovelha dark da família...¬¬ cada uma!


Um comentário:

  1. Eu estava por fora dessa situação, mas enfrentei o congestionamento todo para ir ao centro por causa disso. Acho interessante manifestações pois o brasileiro é preguiçoso dmais para se manifestar em prol de alguma coisa. Em contrapartida, sempre haverá os oportunistas, isso é lamentável, nojento!
    O governo tem que avaliar cada situação e não desabrigar de forma compulsória... Tanta gente precisando de um lar e tanto terreno abandonado...
    É de se pensar....

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